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SC reforça as ações de prevenção contra a peste suína africana

9 de ago. de 2021
2 min de leitura

Após a notificação do primeiro foco de peste suína africana nas Américas, Santa Catarina intensifica ações de defesa agropecuária para proteger o plantel. Os catarinenses são os maiores produtores e exportadores de carne suína do Brasil e têm no agronegócio a base da sua economia.


Para definir as estratégias de prevenção e conscientização, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural reuniu técnicos e lideranças do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e iniciativa privada na sexta-feira (6) durante encontro do Comitê de Sanidade Suídea.


A peste suína africana está presente em mais de 50 países, entre eles, a República Dominicana. Este é o primeiro registro da doença no continente americano desde a década de 80. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento pretende reforçar a vigilância em portos e aeroportos, além de fortalecer sua capacidade de prevenção do ingresso do vírus da PSA no Brasil.


Em Santa Catarina, as ações contarão com o apoio da Cidasc e da iniciativa privada. Segundo a Cidasc, a confirmação do foco de PSA na República Dominicana é recebida com preocupação pelos catarinenses, que já mobilizam o setor produtivo para mapear as ações que devem ser tomadas no estado. Já a iniciativa privada visa manter a saúde dos rebanhos e a continuidade da produção de suínos no país.


O agronegócio é o carro-chefe da economia catarinense, responsável por quase 70% de toda exportação e por mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. As agroindústrias empregam mais de 60 mil pessoas de forma direta e contam com 55 mil famílias integradas no campo. A produção catarinense é exportada para mais de 150 países, entre eles os mercados mais exigentes e competitivos do mundo.


A Peste Suína Africana é uma doença viral que não oferece risco à saúde humana, mas pode dizimar criações de suínos, pois é altamente transmissível e leva a altas taxas de mortalidade e morbidade. Considerada pela OIE como uma das doenças mais relevantes para o comércio internacional de produtos suínos, a PSA afeta somente suínos.




Fonte/foto: ACCS

 
 
 

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