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Salários acima do teto do funcionalismo custam R$ 3,9 bilhões

17 de jul. de 2023
1 min de leitura

Um estudo feito pelo Centro de Liderança Pública mostrou que os supersalários – aqueles acima do teto do funcionalismo, custam R$ 3,9 bilhões aos cofres públicos por ano. São cerca de 25.500 pessoas que ganham acima de R$ 39.293 por mês.


O teto salarial dos servidores públicos é 2.877% superior ao salário-mínimo do Brasil, de R$ 1.320.


Apesar de existir um limite de remuneração, há benefícios que funcionários públicos recebem que podem aumentar o contracheque no fim do mês. Este montante superior ao teto custa R$ 3,9 bilhões aos cofres públicos. A maior parte deste volume de recursos está nos Estados.


O valor soma R$ 2,54 bilhões nas 27 unidades da federação. A remuneração média dos funcionários públicos acima do teto nos Estados é de R$ 13.838 –o que equivale a um aumento de 35,2% ao limite de R$ 39.293.


Os Estados têm 3,4 milhões de funcionários públicos que recebem acima do teto. Os supersalários da esfera federal do país custam R$ 900 milhões aos cofres públicos por ano.


Apesar de o valor ser menor, a proporção de funcionários públicos é de 0,77% do total, a maior entre todos.


O estudo mostrou que 0,23% dos funcionários públicos do país têm rendimento efetivo superior ao teto do funcionalismo. O valor médio acima para cada servidor é de R$ 12.685, o que equivale a 32,3% do teto.


O levantamento do CPL foi feito com base na Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2022.




Fonte/foto: Poder 360

 
 
 

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