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PM intensifica campanha Sinal Vermelho na Comarca de São Carlos

12 de fev. de 2023
2 min de leitura

A Polícia Militar está intensificando em parceria com Farmácias dos municípios da Comarca, a campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica. A iniciativa envolve São Carlos, Águas de Chapecó e Cunhataí.


A Cabo Ana Paulo da PMSC, através da Rede Catarina, realizou visitas a todas as farmácias dos municípios de São Carlos, Águas de Chapecó e Cunhataí, para divulgar a campanha e para que os estabelecimentos possam aderir como parceiros nesta luta.


Veja mais;




Confira uma explicativa do que se trata o programa e seu funcionamento.



O QUE É

Os lares não estão seguros para as mulheres durante a pandemia. Os números de denúncias de violência doméstica aumentaram significativamente no período do isolamento social: os índices de feminicídio cresceram 22,2% em 2020 em comparação com os meses de março e abril de 2019.


Para impedir que esse fenômeno continue a evoluir, o Conselho Nacional de Justiça se uniu à Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e lançaram, em junho de 2020, a campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica.

A ideia central é que a mulher consiga pedir ajuda em farmácias, órgãos públicos e agências bancárias com um sinal vermelho desenhado na palma da mão. As vítimas já podem contar com o apoio de cerca de 15 mil farmácias, prefeituras, órgãos do Judiciário e agências do Banco do Brasil em todo o país. Nesses locais, atendentes, ao verem o sinal, imediatamente acionam as autoridades policiais.

COMO FUNCIONA

• O sinal “X” feito com batom vermelho (ou qualquer outro material) na palma da mão ou em um pedaço de papel, o que for mais fácil, permitirá que a pessoa que atende reconheça que aquela mulher foi vítima de violência doméstica e, assim, promova o acionamento da Polícia Militar.

• Atendentes recebem cartilha e tutorial em formato visual, em que são explicados os fluxos que deverão seguir, com as orientações necessárias ao atendimento da vítima e ao acionamento da Polícia Militar, de acordo com protocolo preestabelecido.

• Quando a pessoa mostrar o “X”, o atendente, de forma reservada, usando os meios à sua disposição, registra o nome, o telefone e o endereço da suposta vítima, e liga para o 190 para acionar a Polícia Militar. Em seguida, se possível, conduz a vítima a um espaço reservado, para aguardar a chegada da polícia. Se a vítima disser que não quer a polícia naquele momento, entenda. Após a saída dela, transmita as informações pelo telefone 190. Para a segurança de todos e o sucesso da operação, sigilo e discrição são muito importantes. A pessoa atendente não será chamada à delegacia para servir de testemunha.

• Se houver flagrante, a Polícia Militar encaminha a vítima e o agressor para a delegacia de polícia. Caso contrário, o fato será informado à delegacia de polícia por meio de sistema próprio para dar os encaminhamentos necessários – boletim de ocorrência e pedido de medida protetiva. MULHERES, NÃO SE CALEM, ESTAMOS AQUI PARA AJUDAR! DENUNCIEM! “A VIDA SÓ COMEÇA QUANDO A VIOLÊNCIA ACABA” (MARIA DA PENHA)




Fonte/fotos: PMSC/CB Ana Paula

 
 
 

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