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Líderes cooperativistas de Santa Catarina divulgam carta. Leia.

25 de set. de 2022
3 min de leitura

A Carta Aberta foi assinada por 10 líderes de cooperativas do Estado de Santa Catarina e é datada do dia 2 de setembro, 30 dias antes do pleito eleitoral.




Texto;


Prezado(as) Senhores(as),


A Nação, no próximo domingo, 02 de outubro, é novamente convocada a exercer o seu direito de escolher os governantes que a regerão pelos próximos quatro anos. Os eleitores, a partir dos jovens de 16 anos, decidirão os destinos deste país, após refletirem sobre as propostas e as mídias que apresentaram os postulantes ao Executivo e ao Congresso.


Talvez, nos 133 anos da história republicana brasileira, nunca tenhamos nos deparado com tão crucial encruzilhada e, ao mesmo tempo, nunca tenha sido tão fácil desenvolver uma escolha! Estamos “selando” o futuro da nossa Democracia, decidindo sobre a permanência ou não do nosso direito à plena cidadania, à permanência da liberdade de expressão e da garantia dos direitos fundamentais, entre os quais, a propriedade. Nas eleições de 2022 somos “o fiel da balança” de um embate ideológico entre o liberalismo empreendedor e o socialismo da opressão e tirania.


Jair Messias Bolsonaro, sufragado no memorável pleito de 2018, se apresenta à reeleição, como garantia da manutenção das mais caras tradições democráticas deste País e representando expressiva parcela do povo brasileiro que o apoia tal como é.


É possível criticá-lo por suas posturas pouco “republicanas” ou por eventuais menoscabos à “liturgia do cargo”. Mas impossível condená-lo por omissão nos momentos cruciais postos à sua decisão ou por não ter governado com competência e lucidez, alavancando a economia em um contexto perverso de crise mundial, apoiando as iniciativas que permitiram ao Brasil vencer as barreiras impostas pela pandemia ou conflitos internacionais.


A diplomacia brasileira impôs ao mundo uma nova postura de independência e posicionamentos conciliadores. O agronegócio projetou-se como nunca. E, apesar dos pesares, dos estranhos momentos de esdrúxulas e indevidas interferências que poderiam abalar a harmonia entre os Poderes, a República vive momentos de plena liberdade, com os opositores do Presidente (apenas eles, diga-se de passagem) podendo abrir a boca e dizer todas as diatribes possíveis, sem o revanchismo do Poder.


O Presidente não tem peias na língua, isso é provado desde os seus tempos de vereança carioca. Não atura desaforo, o demonstra seu passado como deputado federal. O importante é que, no desempenho de seus mandatos parlamentares (2 anos Vereador; 28 anos Deputado Federal; e 3 anos e 9 meses Presidente = 33 anos e 9 meses), nunca sofreu qualquer processo por improbidade.


Às vezes seu comportamento pode merecer o rótulo da insanidade, por desafiar os maiores veículos de comunicação brasileiros, deles receber diuturnos e incessantes críticas e ataques, a maioria virulentos e sem qualquer respeito ao Supremo Mandatário da Nação, e não se vergar aos seus interesses financeiros.


Pressionado à exaustão por um sistema nefasto de conluio entre autoridades dos demais poderes, não hesita em romper com a legenda que o elegeu e que na esteira de sua popularidade reuniu a maior bancada na Câmara Federal, simplesmente por não concordar com a manipulação do Fundo Eleitoral, essa excrecência da legislação brasileira.


O Brasil, nossos filhos, nossos netos, toda a geração do porvir, precisa da nossa ação agora, neste pleito, nesta encruzilhada! Deus nos inspire a decidir pela LIBERDADE, pela RELIGIÃO, pela FAMÍLIA, pela PÁTRIA, reelegendo um Presidente que é louco por este País.




CLIQUE E LEIA NA ÍNTEGRA;




Fonte: Fecoagro / Foto: Reprodução/internet

 
 
 

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