Guerra entre Rússia e Ucrânia completa um ano

Há um ano, a invasão russa à Ucrânia acelerou a transição hegemônica mundial e mudou a lógica da economia internacional.
A partir do momento em que as tropas de Vladimir Putin adentraram ao território ucraniano em 24 de fevereiro de 2022, uma série de consequências foram acontecendo, sendo uma delas a formação de novos blocos em torno de Washington e Pequim.
Mesmo sem serem os protagonistas, os países serão os que mais devem colher frutos positivos desta guerra.
A China se pergunta, assim como os Estados Unidos, como inserir esta guerra em sua agenda. Apesar de não ter declarado oficialmente, o regime chinês apoia a Rússia, enquanto os norte-americanos demonstram total apoio ao ucranianos, inclusive mandando armamentos para que eles possam se defender.
Essa forte presença de chineses e norte-americanos faz com que os russos, detentores de um arsenal nuclear maior do que o da China, corra o risco de ser relegada ao nível de potência subordinada.
A União Europeia, por outro lado, vê neste conflito um momento decisivo para se firmar como terceira força mundial ou virar um mero peão de Washington.
Fonte/foto: Jovem Pan





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