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Equipe de transição de Lula tem nomes condenados e suspeitos de crimes

12 de nov. de 2022
1 min de leitura

Além do próprio vice-presidente, Geraldo Alckmin, a lista também inclui antigos aliados de Lula implicados na Lava Jato como Renan Calheiros, Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo, Aloizio Mercadante, Paulo Okamoto, Humberto Costa e outros. A campanha do presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, cogita três nomes para o posto de coordenador da equipe que fará a transição de governo com o presidente Jair Bolsonaro: o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, o senador eleito e ex-governador do Piauí, Wellington Dias, e o candidato derrotado para o Governo de São Paulo Fernando Haddad. Em comum, os três já responderam a processos na Justiça pelo envolvimento em polêmicas. Em 2020, Alckmin foi denunciado pelo Ministério Público Eleitoral e virou réu por corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral por suposto caixa 2 de R$ 11,9 milhões pagos pela Odebrecht nas campanhas de 2010 e 2014, anos em que ele disputou o Governo de São Paulo e foi eleito. Haddad é réu em uma ação civil pública de improbidade administrativa na qual é suspeito de envolvimento em irregularidades na implantação da ciclovia Ceagesp–Ibirapuera. A obra, que foi realizada quando ele era prefeito de São Paulo, tem 12,4 quilômetros de extensão e foi contratada sem licitação. Já Wellington Dias foi alvo de investigação da Polícia Federal em 2020, que apurou desvios de recursos da ordem de R$ 50 milhões da Secretaria de Educação do Piauí por meio de pagamentos superfaturados em contratos de transporte escolar.



Fonte/foto: Paulo Guedes/Instagram

 
 
 

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