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Brasil: Estudo do Ipea aponta melhora significativa na taxa de ocupação

21 de set. de 2022
1 min de leitura

Brasil registrou um aumento de 7,5% no contingente de pessoas ocupadas no mês de julho deste ano, na comparação com o mesmo período de 2021. São cerca de 100,2 milhões de trabalhadores exercendo alguma atividade profissional, com ou sem registro em carteira.


A constatação está em uma nota elaborada pelo Ipea a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE.


A nota aponta uma melhora generalizada na ocupação, abrangendo todas as regiões, todos os segmentos etários e educacionais e quase todos os setores da economia. A taxa de desocupação recuou pelo décimo quarto mês consecutivo, chegando a 8,9% em julho.


No período de 12 meses (entre julho de 2021 e julho de 2022), a população sem nenhum tipo de trabalho recuou 28,7%, passando de 13,6 milhões para 9,7 milhões.


O estudo mostra, ainda, que, no segundo trimestre de 2022, o aumento da ocupação ocorreu de forma mais intensa entre os trabalhadores mais jovens (15,1%) e os mais idosos (18,0%). Segundo o Ipea, os indicadores de subocupação e desalento confirmam o cenário de recuperação do mercado de trabalho.


A melhora do mercado de trabalho ocorre também de forma qualitativa, tendo em vista que, embora a maior parte das novas vagas ainda esteja sendo gerada nos segmentos informais da economia, é clara a trajetória de forte crescimento do emprego formal.


No trimestre encerrado em julho, de acordo com a PNAD Contínua, o contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado cresceu 19,8%, enquanto o de ocupados com carteira no mesmo setor avançou 10%.




Fonte: Gov.br

 
 
 

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