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Arrascaeta supera Messi e é eleito o Rei da América

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Na 40ª edição da tradicional premiação do jornal "El País", Giorgian De Arrascaeta (Flamengo), superou Lionel Messi (Inter Miami) e Adrián Martínez (Racing), e foi eleito o Rei da América de 2025 nesta quarta-feira (31), para encerrar o ano com a honraria mais clássica do continente. Além disso, Gabi Zanotti (Corinthians) foi eleita a Rainha da América ao superar a lendária Marta (Orlando Pride) e a promessa paraguaia Claudia Martínez (Olimpia). Filipe Luís (Flamengo), por sua vez, recebeu o prêmio de técnico do ano, à frente de Gustavo Costas (Racing) e Gustavo Alfaro (seleção do Paraguai).


Arrascaeta em 2025


Presença constante na disputa pela premiação — terceiro colocado em 2019, quinto em 2021 e vice em 2022 —, o meia-atacante rubro-negro viveu a temporada mais artilheira da carreira, fator que o credencia como campeão. Ao todo, somou 25 gols e 20 assistências pelo Flamengo, números decisivos para as conquistas do Campeonato Carioca, da Supercopa do Brasil, do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores e de dois dos três títulos disputados na Copa Intercontinental, o Derby das Américas e a Copa Challenger, além de terminar como artilheiro da equipe no ano. Todas as glórias coletivas sob o comando de Filipe Luís.


Reis da América


2025 – Giorgian De Arrascaeta – Flamengo (BRA)

2024 – Luiz Henrique – Botafogo (BRA)

2023 – Germán Cano – Fluminense (BRA)

2022 – Pedro – Flamengo (BRA)

2021 – Julián Álvarez – River Plate (ARG)

2020 – Marinho – Santos (BRA)

2019 – Gabriel Barbosa – Flamengo (BRA)

2018 – Pity Martínez – River Plate (ARG)

2017 – Luan – Grêmio (BRA)

2016 – Miguel Borja – Atlético Nacional (COL)

2015 – Carlos Sánchez – River Plate (ARG)

2014 – Teófilo Gutiérrez – River Plate (ARG)

2013 – Ronaldinho – Atlético-MG (BRA)

2012 – Neymar – Santos (BRA)

2011 – Neymar – Santos (BRA)

2010 – D'Alessandro – Internacional (BRA)

2009 – Verón – Estudiantes (ARG)

2008 – Verón – Estudiantes (ARG)

2007 – Salvador Cabañas – América do México (MEX)

2006 – Matías Fernández – Colo-Colo (CHI)

2005 – Carlos Tévez – Corinthians (BRA)

2004 – Carlos Tévez – Boca Juniors (ARG)

2003 – Carlos Tévez – Boca Juniors (ARG)

2002 – Cardozo – Toluca (MEX)

2001 – Juan Román Riquelme – Boca Juniors (ARG)

2000 – Romário – Vasco (BRA)

1999 – Javier Saviola – River Plate (ARG)

1998 – Martín Palermo – Boca Juniors (ARG)

1997 – Marcelo Salas – River Plate (ARG)

1996 – Chilavert – Vélez Sársfield (ARG)

1995 – Enzo Francescoli – River Plate (ARG)

1994 – Cafu – São Paulo (BRA)

1993 – Carlos Valderrama – Junior Barranquilla (COL)

1992 – Raí – São Paulo (BRA)

1991 – Oscar Ruggeri – Vélez Sársfield (ARG)

1990 – Raúl Amarilla – Olimpia (PAR)

1989 – Bebeto – Vasco (BRA)

1988 – Ruben Paz – Racing Club (ARG)

1987 – Carlos Valderrama – Deportivo Cali (COL)

1986 – Antonio Alzamendi – River Plate (ARG)

1985 – Romerito – Fluminense (BRA)

1984 – Enzo Francescoli – River Plate (ARG)

1983 – Sócrates – Corinthians (BRA)

1982 – Zico – Flamengo (BRA)

1981 – Zico – Flamengo (BRA)

1980 – Diego Maradona – Argentinos Juniors (ARG)

1979 – Diego Maradona – Argentinos Juniors (ARG)

1978 – Mario Kempes – Valencia (ESP)

1977 – Zico – Flamengo (BRA)

1976 – Elías Figueroa – Internacional (BRA)

1975 – Elías Figueroa – Internacional (BRA)

1974 – Elías Figueroa – Internacional (BRA)

1973 – Pelé – Santos (BRA)

1972 – Teófilo Cubillas – Alianza Lima (PER)

1971 – Tostão – Cruzeiro (BRA)


Gabi Zanotti em 2025


A brasileira repetiu a conquista do ano anterior e tornou-se a primeira atleta a vencer o prêmio de forma consecutiva. Na temporada, Zanotti figurou como um dos pilares do Corinthians nas campanhas vitoriosas do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores Feminina, com 44 partidas disputadas e 19 gols marcados pelo clube em 2025. Ao se incluírem amistosos pela Seleção Brasileira, alcançou 20 gols no ano, seis deles decisivos na trajetória do título continental.


Nas quatro edições anteriores do prêmio Rainha da América, o Brasil liderou em três oportunidades. Em 2021, a lateral Tamires, então no Corinthians, foi a vencedora; em 2023, a atacante Priscila, à época no Internacional, ficou com o troféu. A hegemonia foi interrompida em 2022 pela colombiana Linda Caicedo, hoje no Real Madrid, da Espanha, que então defendia o Deportivo Cali.


Origens


Criado nos anos 1970 pelo jornal venezuelano "El Mundo", o prêmio inicialmente elegia jogadores sul-americanos que atuavam em qualquer clube do mundo. Em 1986, quando o "El País" assumiu a organização, o formato foi reformulado: desde então, apenas atletas e treinadores em atividade no continente podem concorrer. A escolha é realizada por cerca de 250 jornalistas de diversos países, que votam no melhor jogador e no melhor técnico da temporada.





FONTE: lance.com

FOTO: André Durão

 
 
 

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