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Argentina quer o tetra, e a Espanha quer o bi; confira as escalações!

  • há 1 dia
  • 3 min de leitura

Espanha e Argentina medem forças às 16h (de Brasília) deste domingo (19), na final da Copa do Mundo 2026. O jogo no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos.


A Espanha chega à segunda final de sua história na melhor fase que já viveu, em uma sequência invicta de 37 jogos e com a melhor defesa desta Copa do Mundo: apenas um gol sofrido, nas quartas contra a Bélgica. Nos sete jogos até aqui, jamais esteve atrás no placar. Tem como maior força o entrosamento, com trocas de passes que muitas vezes duram minutos, e foi assim que eliminou a França com atuação dominante na semifinal.


Já a Argentina disputa sua segunda final de Copa do Mundo seguida, e dois terços do elenco tem campeões do Catar-2022. Venceu todos os sete jogos até aqui, incluindo três viradas consecutivas com contornos dramáticos, sobre Egito, Suíça e Inglaterra. E tem a seu favor o maior artilheiro dos Mundiais, Messi, autor de 21 gols, a quem o próprio técnico Scaloni confirma que a seleção se adapta.


As seleções se reencontram na Copa do Mundo depois de 60 anos, pois o último e único jogo oficial foi na fase de grupos do Mundial de 1966, com vitória argentina por 2 a 1. O retrospecto tem também 13 amistosos, com vantagem da Espanha (seis vitórias a cinco, com dois empates).


Atuais campeãs continentais, Argentina e Espanha deveriam ter se enfrentado há três meses, na Finalíssima, mas o jogo no Catar foi suspenso por causa da guerra entre EUA e Irã. Depois as confederações jamais entraram em acordo por uma nova data, e o duelo acabou cancelado.


Neste contexto, o encontro mais recente foi em um amistoso de 2018, com goleada espanhola por 6 a 1, mas quase não há remanescentes daquele jogo ainda nas seleções: Messi não jogou, e o melhor em campo foi Isco, com três gols.


O Brasil é o maior vencedor da história das Copas do Mundo, com 5 títulos, seguido por Alemanha e Itália com 4 conquistas cada.


A lista completa de campeões mundiais conta com: 


  • Brasil: 5 títulos (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002)

  • Alemanha: 4 títulos (1954, 1974, 1990 e 2014)

  • Itália: 4 títulos (1934, 1938, 1982 e 2006)

  • Argentina: 3 títulos (1978, 1986 e 2022)

  • França: 2 títulos (1998 e 2018)

  • Uruguai: 2 títulos (1930 e 1950)

  • Inglaterra: 1 título (1966)

  • Espanha: 1 título (2010) 


ESPANHA


A Espanha não costuma fazer segredo sobre escalação, e os titulares da final devem ser os mesmos das quartas e das semifinais. Fabián Ruiz virou titular na vaga que era de Pedri e deve ser mantido no meio-campo. Nos outros setores, não parece haver motivos para trocas.


Provável escalação: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.


Desfalques: ninguém.


ARGENTINA


Ao contrário da Espanha, a Argentina tem variado a escalação e o sistema tático ao longo da Copa do Mundo. As viradas recentes tiveram grande participação dos reservas, principalmente Lautaro. Em relação à semifinal, a tendência é que De Paul retome a vaga de Giuliano Simeone para dar mais combatividade ao meio-campo.


Provável escalação: Dibu Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Alvarez.


Desfalques: ninguém.


ARBITRAGEM


Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)

Assistentes: Tomaz Klancnik e Andraz Kovacic (ambos da Eslovênia)

Quarto Árbitro: Adham Makhadmeh (Emirados Árabes)

Quinto Árbitro: Mohammad Alkalaf (Emirados Árabes)

VAR: Bastian Dankert (Alemanha)

AVAR: Nicolas Gallo (Colômbia)

SVAR: Khamis Al Marri (Catar)






FONTE: GE.GLOBO

ARTE: GE

 
 
 

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